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SIMPÓSIO: "Tradução Pedagógica: tradução para o ensino do PLE

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Anexamos informação sobre o SIMPÓSIO: "Tradução Pedagógica: tradução para o ensino do PLE" integrado no VI CONGRESSO INTERNACIONAL SEEPLU "TRADUÇÃO E LUSOFONIA", a decorrer na Universidade de Extremadura (Cáceres - España), entre os dias 17 e 18 de outubro de 2019, organizado pela Sociedad Extremeña de Estudios Portugueses y de la Lusofonía (SEEPLU), em colaboração com a Área de Filologias Galega e Portuguesa da Universidade de Extremadura.

Sob o enquadramento teórico da tradução pedagógica (Lavault 1985), ‒tradução aplicada ao ensino de línguas estrangeiras (LE)‒, o objetivo deste simpósio é reivindicar a utilização da tradução como ferramenta didática para o desenvolvimento de habilidades linguísticas indispensáveis na compreensão da língua estrangeira.

Como sabemos, durante séculos, a tradução esteve na base do ensino-aprendizagem de LE, em grande medida como resultado da herença do pensamento escolástico. O seu uso, centrado na aprendizagem da língua através da gramática e da tradução, viveu o seu melhor momento a finais do S. XVIII. Também são conhecidas as razões que provocaram o afastamento da tradução do âmbito da didática de LE, não apenas como metodología de ensino, também como atividade. No entanto, nos últimos tempos, estamos a assistir ao regresso da tradução às aulas de LE. Regresso extremamente interessante, cujas motivações e consequências é nossa intenção analisar neste simpósio. Neste sentido, desde a década de 80 do S. XX e de maneira especial nos primeiros anos do S. XXI, desenvolveram-se diversos projetos que têm contribuido ao aumento do número de publicações científicas centradas na tradução e o ensino-aprendizgem de LE como objeto de estudo. Estudos como os de Bausch e Weller (1981); Lavault (1985); García Yebra (1985); Duff (1989); Hurtado Albir (1988, 1994, 2001); Zabalbescoa Terrán (1990); Bachmann (1994); Krings (1995); De Arriba García (1996, 1997); Pegenaute (1996); Süss (1997); Stoddart (2000), House (2001); García Medall (2001); Gierden Vega (2002-2003), Keim (2003), Cervo (2003), Rego (2008), Sánchez Iglesias (2009), Cook (2010), Leonardi (2010), Gomes, (2011), Cacho e Branco (2011), Tecchio y Bittencourt (2011), Pintado Gutiérrez (2012), Corrêa (2014), entre outros. Trabalhos que contribuiram para que a didática e a tradução ‒áreas independentes durante muitos anos‒ estejam a vincular-se nas últimas décadas, de maneira a poder afirmar que, na atualidade, assistimos à reintegração da tradução nas aulas de LE. O grande revisionismo realizado, o ambiente que se respira hoje no âmbito da didática em relação ao papel da língua materna dos estudantes na aprendizagem da língua estrangeira e, sem dúvida, o aparecimento do Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas (QECRL) ‒que introduz a mediação como habilidade comunicativa com a produção, a receção e a interação‒ tornaram possível esta rehabilitação. No entanto, apesar de que, hoje em dia, está fora de questão a pertinência da tradução como atividade de aprendizagem nas aulas de LE, a sua integração, no nosso entender, não segue um paradigma teórico e é introduzida na programação de maneira confusa e intuitiva.

É por isso que, neste simpósio, aceitam-se:
  • Propostas que reflitam sobre a consideração da tradução na bibliografia especializada, em documentos de referência para o ensino-aprendizagem do português como língua estrangeira e em manuais de aprendizagem.
  • Propostas práticas que mostrem como utilizar a tradução pedagógica nas aulas de português língua estrangeira.
Na web do congresso, cujo endereço é https://congressoseeplu6.wixsite.com/seeplu2019 podem ver toda a informação sobre este simpósio e sobre os restantes que integram o congresso.

Data limite para envio de propostas de comunicação: 15 de julho

As propostas de comunicação devem ser enviadas ao seguinte e-mail: Esta dirección electrónica esta protegida contra spam bots. Necesita activar JavaScript para visualizarla

Os coordenadores do Simpósio serão responsáveis pela avaliação e pela aceitação dos trabalhos.

As propostas de comunicação deverão apresentar:

  • Título do trabalho;
  • Nome e titulação do(s) autor(es);
  • Instituição de origem do(s) autor(es);
  • Resumo (entre 1000 e 2000 caracteres);
  • Palavras-chave (mínimo 3; máximo 6).

 

Com os melhores cumprimentos

Ana Belén García Benito

Área de Filologías Gallega y Portuguesa

Dpto. de Lenguas Modernas y Literaturas Comparadas

Facultad de Filosofía y Letras

Universidad de Extremadura

Campus Universitario, s/n 10003-Cáceres (ESPAÑA)

 

Sob o enquadramento teórico da tradução pedagógica (Lavault 1985), ‒tradução aplicada ao ensino de línguas estrangeiras (LE)‒, o objetivo deste simpósio é reivindicar a utilização da tradução como ferramenta didática para o desenvolvimento de habilidades linguísticas indispensáveis na compreensão da língua estrangeira.

Como sabemos, durante séculos, a tradução esteve na base do ensino-aprendizagem de LE, em grande medida como resultado da herença do pensamento escolástico. O seu uso, centrado na aprendizagem da língua através da gramática e da tradução, viveu o seu melhor momento a finais do S. XVIII. Também são conhecidas as razões que provocaram o afastamento da tradução do âmbito da didática de LE, não apenas como metodología de ensino, também como atividade. No entanto, nos últimos tempos, estamos a assistir ao regresso da tradução às aulas de LE. Regresso extremamente interessante, cujas motivações e consequências é nossa intenção analisar neste simpósio. Neste sentido, desde a década de 80 do S. XX e de maneira especial nos primeiros anos do S. XXI, desenvolveram-se diversos projetos que têm contribuido ao aumento do número de publicações científicas centradas na tradução e o ensino-aprendizgem de LE como objeto de estudo. Estudos como os de Bausch e Weller (1981); Lavault (1985); García Yebra (1985); Duff (1989); Hurtado Albir (1988, 1994, 2001); Zabalbescoa Terrán (1990); Bachmann (1994); Krings (1995); De Arriba García (1996, 1997); Pegenaute (1996); Süss (1997); Stoddart (2000), House (2001); García Medall (2001); Gierden Vega (2002-2003), Keim (2003), Cervo (2003), Rego (2008), Sánchez Iglesias (2009), Cook (2010), Leonardi (2010), Gomes, (2011), Cacho e Branco (2011), Tecchio y Bittencourt (2011), Pintado Gutiérrez (2012), Corrêa (2014), entre outros. Trabalhos que contribuiram para que a didática e a tradução ‒áreas independentes durante muitos anos‒ estejam a vincular-se nas últimas décadas, de maneira a poder afirmar que, na atualidade, assistimos à reintegração da tradução nas aulas de LE. O grande revisionismo realizado, o ambiente que se respira hoje no âmbito da didática em relação ao papel da língua materna dos estudantes na aprendizagem da língua estrangeira e, sem dúvida, o aparecimento do Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas (QECRL) ‒que introduz a mediação como habilidade comunicativa com a produção, a receção e a interação‒ tornaram possível esta rehabilitação. No entanto, apesar de que, hoje em dia, está fora de questão a pertinência da tradução como atividade de aprendizagem nas aulas de LE, a sua integração, no nosso entender, não segue um paradigma teórico e é introduzida na programação de maneira confusa e intuitiva.

É por isso que, neste simpósio, aceitam-se:

- Propostas que reflitam sobre a consideração da tradução na bibliografia especializada, em documentos de referência para o ensino-aprendizagem do português como língua estrangeira e em manuais de aprendizagem.

- Propostas práticas que mostrem como utilizar a tradução pedagógica nas aulas de português língua estrangeira.

Na web do congresso, cujo endereço é https://congressoseeplu6.wixsite.com/seeplu2019 podem ver toda a informação sobre este simpósio e sobre os restantes que integram o congresso.

Data limite para envio de propostas de comunicação:   15 de julho

As propostas de comunicação devem ser enviadas ao seguinte e-mail: Esta dirección electrónica esta protegida contra spam bots. Necesita activar JavaScript para visualizarla

Os coordenadores do Simpósio serão responsáveis pela avaliação e pela aceitação dos trabalhos.

As propostas de comunicação deverão apresentar:

- Título do trabalho;

- Nome e titulação do(s) autor(es);

- Instituição de origem do(s) autor(es);

- Resumo (entre 1000 e 2000 caracteres);

- palavras-chave (mínimo 3; máximo 6).

Com os melhores cumprimentos

Ana Belén García Benito

Área de Filologías Gallega y Portuguesa

Dpto. de Lenguas Modernas y Literaturas Comparadas

Facultad de Filosofía y Letras

Universidad de Extremadura

Campus Universitario, s/n 10003-Cáceres (ESPAÑA)

Sob o enquadramento teórico da tradução pedagógica (Lavault 1985), ‒tradução aplicada ao ensino de línguas estrangeiras (LE)‒, o objetivo deste simpósio é reivindicar a utilização da tradução como ferramenta didática para o desenvolvimento de habilidades linguísticas indispensáveis na compreensão da língua estrangeira.

Como sabemos, durante séculos, a tradução esteve na base do ensino-aprendizagem de LE, em grande medida como resultado da herença do pensamento escolástico. O seu uso, centrado na aprendizagem da língua através da gramática e da tradução, viveu o seu melhor momento a finais do S. XVIII. Também são conhecidas as razões que provocaram o afastamento da tradução do âmbito da didática de LE, não apenas como metodología de ensino, também como atividade. No entanto, nos últimos tempos, estamos a assistir ao regresso da tradução às aulas de LE. Regresso extremamente interessante, cujas motivações e consequências é nossa intenção analisar neste simpósio. Neste sentido, desde a década de 80 do S. XX e de maneira especial nos primeiros anos do S. XXI, desenvolveram-se diversos projetos que têm contribuido ao aumento do número de publicações científicas centradas na tradução e o ensino-aprendizgem de LE como objeto de estudo. Estudos como os de Bausch e Weller (1981); Lavault (1985); García Yebra (1985); Duff (1989); Hurtado Albir (1988, 1994, 2001); Zabalbescoa Terrán (1990); Bachmann (1994); Krings (1995); De Arriba García (1996, 1997); Pegenaute (1996); Süss (1997); Stoddart (2000), House (2001); García Medall (2001); Gierden Vega (2002-2003), Keim (2003), Cervo (2003), Rego (2008), Sánchez Iglesias (2009), Cook (2010), Leonardi (2010), Gomes, (2011), Cacho e Branco (2011), Tecchio y Bittencourt (2011), Pintado Gutiérrez (2012), Corrêa (2014), entre outros. Trabalhos que contribuiram para que a didática e a tradução ‒áreas independentes durante muitos anos‒ estejam a vincular-se nas últimas décadas, de maneira a poder afirmar que, na atualidade, assistimos à reintegração da tradução nas aulas de LE. O grande revisionismo realizado, o ambiente que se respira hoje no âmbito da didática em relação ao papel da língua materna dos estudantes na aprendizagem da língua estrangeira e, sem dúvida, o aparecimento do Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas (QECRL) ‒que introduz a mediação como habilidade comunicativa com a produção, a receção e a interação‒ tornaram possível esta rehabilitação. No entanto, apesar de que, hoje em dia, está fora de questão a pertinência da tradução como atividade de aprendizagem nas aulas de LE, a sua integração, no nosso entender, não segue um paradigma teórico e é introduzida na programação de maneira confusa e intuitiva.

 

É por isso que, neste simpósio, aceitam-se:

 

- Propostas que reflitam sobre a consideração da tradução na bibliografia especializada, em documentos de referência para o ensino-aprendizagem do português como língua estrangeira e em manuais de aprendizagem.

 

- Propostas práticas que mostrem como utilizar a tradução pedagógica nas aulas de português língua estrangeira.

 

 

Na web do congresso, cujo endereço é https://congressoseeplu6.wixsite.com/seeplu2019 podem ver toda a informação sobre este simpósio e sobre os restantes que integram o congresso.

 

Data limite para envio de propostas de comunicação: 15 de julho

 

As propostas de comunicação devem ser enviadas ao seguinte e-mail: Esta dirección electrónica esta protegida contra spam bots. Necesita activar JavaScript para visualizarla

 

Os coordenadores do Simpósio serão responsáveis pela avaliação e pela aceitação dos trabalhos.

 

As propostas de comunicação deverão apresentar:

 

- Título do trabalho;

- Nome e titulação do(s) autor(es);

- Instituição de origem do(s) autor(es);

- Resumo (entre 1000 e 2000 caracteres);

- palavras-chave (mínimo 3; máximo 6).

 

Com os melhores cumprimentos

 

Ana Belén García Benito

 

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